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Preciso Saber Se Estou Indo Bem é um livro profundamente humano — escrito para quem já caminhou bastante, mas ainda carrega dúvidas silenciosas sobre direção, sentido e alinhamento interior. Richard L. Williams parte de uma pergunta que todos fazem em algum momento da vida, ainda que raramente em voz alta: “Será que estou no caminho certo?”
A obra não oferece fórmulas rápidas nem respostas prontas. Em vez disso, conduz o leitor por um processo honesto de autoavaliação, consciência emocional e amadurecimento espiritual. É um livro sobre processo, não sobre performance; sobre coerência, não sobre comparação.
Williams mostra que ir bem na vida não significa ausência de dificuldades, mas clareza de propósito, integridade nas decisões e paz interior no percurso.
Ir bem não é avançar rápido — é avançar alinhado. Progresso sem direção gera exaustão.
A vida interior Ă© o verdadeiro termĂ´metro do sucesso. Resultados externos nĂŁo compensam desalinhamento interno.
Dúvidas fazem parte do crescimento saudável. Questionar-se é sinal de maturidade, não de fracasso.
Comparação rouba clareza. Cada jornada tem ritmo, tempo e chamados próprios.
Paz nĂŁo Ă© ausĂŞncia de conflitos, mas presença de sentido. Quando há propĂłsito, atĂ© o difĂcil ganha lugar.
Richard L. Williams escreve como um mentor experiente e acessĂvel. A linguagem Ă© simples, reflexiva e pastoral — sem jargões, sem peso desnecessário. O texto flui como uma conversa franca, feita para ser lida com calma, pausas e silĂŞncio.
É um livro que não acelera — ele desacelera o leitor.
Preciso Saber Se Estou Indo Bem é um livro para quem já entendeu que crescer não é apenas conquistar, mas se alinhar. Ele não responde todas as perguntas — mas ajuda o leitor a fazer as perguntas certas.
É uma obra que ensina que o maior sinal de que estamos “indo bem” não é a aprovação externa, mas a paz silenciosa de viver em coerência com quem somos e com o que fomos chamados a construir.
“Às vezes, ir bem não é chegar — é continuar com verdade.”
Você tem vivido para provar algo… ou para viver algo que faça sentido? Se tudo parasse hoje, sua consciência estaria em paz com o caminho que você escolheu?
Os capĂtulos de hoje inauguram a jornada de consciĂŞncia proposta por Richard L. Williams ao expor uma realidade desconfortável: Ă© possĂvel estar vivendo, produzindo e se esforçando — e ainda assim nĂŁo saber se está indo bem.
Por meio de uma narrativa simples e simbólica, o autor mostra como muitas pessoas caminham pela vida sem feedback real, sem espelhos honestos e sem clareza sobre o impacto que causam nos outros. O problema não é errar — é não perceber onde se está errando.
A leitura de hoje nos confronta com a invisibilidade interior e apresenta o feedback como um instrumento de despertar, não de condenação.
Ponto Central: A vida pode parecer funcional por fora e profundamente confusa por dentro.
Exemplo: Pessoas que cumprem rotinas, entregam resultados e ainda assim vivem com uma sensação vaga de desalinhamento, sem saber exatamente o porquê.
Destaque: “Não saber como estamos indo é mais perigoso do que saber que precisamos mudar.”
Lições:
âś” Estar ocupado nĂŁo significa estar consciente
âś” A ausĂŞncia de crise nĂŁo Ă© sinĂ´nimo de saĂşde interior
✔ Muitas pessoas vivem no automático emocional
✔ Clareza começa quando paramos para nos observar
Ponto Central: O feedback honesto funciona como um espelho que revela pontos cegos.
Exemplo: O encontro com alguém disposto a dizer a verdade — não para ferir, mas para acordar — muda o rumo da história.
Destaque: “O feedback não define quem você é, mas revela onde você está.”
Lições:
✔ O silêncio das pessoas nem sempre é aprovação
âś” Feedback Ă© oportunidade de crescimento, nĂŁo ataque pessoal
✔ Resistir ao feedback mantém padrões limitantes
✔ A maturidade começa quando ouvimos sem nos defender
Quem tem sido honesto com você sobre como você está indo? Que áreas da sua vida você evita avaliar com profundidade? O que poderia mudar se você aceitasse ouvir antes de se justificar?
Os capĂtulos de hoje aprofundam a compreensĂŁo do feedback como um sistema contĂnuo, e nĂŁo como um evento pontual. Richard L. Williams apresenta uma metáfora poderosa para ilustrar por que tantas pessoas recebem feedback — e ainda assim nĂŁo evoluem: o balde furado.
A leitura revela que nĂŁo basta ouvir feedbacks; Ă© preciso reter, processar e agir sobre eles. Quando isso nĂŁo acontece, o crescimento vaza, a aprendizagem se perde e os mesmos erros se repetem.
Além disso, o autor introduz os diferentes tipos de feedback e mostra que maturidade não está em receber apenas elogios, mas em discernir, filtrar e usar corretamente cada retorno recebido.
Ponto Central: O feedback sĂł gera crescimento quando Ă© retido e integrado.
Exemplo: Pessoas que participam de treinamentos, reuniões e avaliações, mas continuam repetindo os mesmos comportamentos porque não absorvem o que ouviram.
Destaque: “Não adianta receber feedback se o balde está furado.”
Lições:
âś” Ouvir nĂŁo Ă© o mesmo que aprender
✔ Defensividade, orgulho e distração criam “furos” no balde
✔ Feedback desperdiçado gera frustração em quem fala e estagnação em quem ouve
âś” Crescimento exige responsabilidade ativa sobre o que recebemos
Ponto Central: Nem todo feedback é igual — e saber discernir é sinal de maturidade.
Exemplo: Situações em que crĂticas construtivas sĂŁo rejeitadas, enquanto elogios vazios sĂŁo absorvidos sem reflexĂŁo.
Destaque: “Feedback não serve para agradar, serve para alinhar.”
Lições:
âś” Existem feedbacks corretivos, encorajadores e orientadores
âś” Ignorar feedbacks difĂceis mantĂ©m padrões limitantes
✔ Feedback saudável aponta comportamento, não identidade
✔ O crescimento acontece quando transformamos retorno em ação
Seu “balde de feedback” está inteiro ou furado? Que tipo de retorno você costuma descartar rapidamente? O que precisaria mudar para que o feedback realmente se transforme em crescimento?
Os capĂtulos de hoje consolidam uma virada importante na compreensĂŁo do feedback: crescer nĂŁo depende apenas de corrigir erros, mas de reforçar conscientemente o que já está funcionando. Richard L. Williams mostra que muitos processos de desenvolvimento falham porque focam excessivamente no negativo, ignorando o poder formador do reforço positivo.
A leitura revela que o óbvio negligenciado, quando finalmente visto, reorganiza relações, ambientes e resultados. E que o comportamento humano muda de forma mais consistente quando sabemos o que repetir, não apenas o que evitar.
Ponto Central: O que é simples e evidente costuma ser ignorado — e é justamente aà que muitos problemas se mantêm.
Exemplo: Situações do cotidiano onde falhas claras permanecem porque ninguém se dispõe a nomeá-las com maturidade.
Destaque: “O óbvio não é irrelevante — é negligenciado.”
Lições:
âś” O que nĂŁo Ă© dito se repete
✔ O cotidiano revela mais do que grandes reuniões
âś” Clareza exige coragem para falar o simples
✔ Crescimento começa quando paramos de ignorar o evidente
Ponto Central: Comportamentos corretos desaparecem quando nĂŁo sĂŁo reconhecidos.
Exemplo: Ambientes familiares ou profissionais onde só há correção e nenhuma afirmação do que está sendo feito certo.
Destaque: “As pessoas repetem aquilo que é reconhecido.”
Lições:
✔ Reforço direciona comportamento
✔ Falta de reconhecimento gera desmotivação silenciosa
✔ Corrigir sem reforçar desgasta relações
âś” Bons comportamentos precisam ser nomeados
Ponto Central: O reforço positivo acelera aprendizado, engajamento e mudança real.
Exemplo: Casos práticos mostram como reconhecer comportamentos especĂficos — e nĂŁo pessoas de forma genĂ©rica — gera transformação duradoura.
Destaque: “O reforço certo, no momento certo, muda trajetórias.”
Lições:
âś” Reforço deve ser especĂfico, imediato e sincero
✔ Elogios genéricos não formam comportamento
✔ Reconhecer ações fortalece identidade positiva
✔ O positivo reforçado se torna padrão
O que em você precisa ser reforçado — e não corrigido? Que comportamentos positivos você tem deixado passar em silêncio? Como seus relacionamentos mudariam se o reconhecimento fosse mais intencional?
Os capĂtulos de hoje tratam do aspecto mais sensĂvel — e mais evitado — do crescimento humano: corrigir comportamentos sem destruir relacionamentos. Richard L. Williams mostra que o feedback corretivo nĂŁo falha por falta de mĂ©todo, mas por falta de maturidade emocional, clareza de intenção e responsabilidade compartilhada.
A leitura revela que corrigir não é acusar, punir ou descarregar frustração. Corrigir é convidar à mudança, com foco em comportamento, não em identidade; em solução, não em culpa.
É um capĂtulo exigente, porque confronta tanto quem recebe quanto quem oferece feedback.
Ponto Central: Corrigir comportamentos é necessário, mas exige preparo emocional e método claro.
Exemplo: Situações em que o medo de confronto gera permissividade, enquanto a dureza excessiva gera resistência e ruptura.
Destaque: “Feedback corretivo mal feito corrige o comportamento, mas fere a relação.”
Lições:
✔ Evitar correção mantém padrões prejudiciais
âś” Corrigir sem cuidado gera defensividade
✔ O objetivo da correção é mudança sustentável
✔ Relação e resultado precisam caminhar juntos
Foco no comportamento, não na pessoa O feedback eficaz descreve ações observáveis, não julgamentos pessoais.
Responsabilidade compartilhada Quem corrige também participa da solução — não transfere todo o peso ao outro.
Perguntas em vez de acusações Perguntar gera reflexão; acusar gera defesa.
Clareza sobre desempenho e resultados O comportamento precisa ser conectado Ă s consequĂŞncias reais.
Instruções claras para mudança Corrigir sem orientar mantém confusão.
âś” Comportamento pode ser corrigido; identidade deve ser preservada
âś” Perguntas bem feitas abrem caminhos que ordens fecham
✔ Correção sem orientação gera insegurança
âś” O verdadeiro lĂder assume parte do problema e da solução
âś” Feedback corretivo exige coragem e amor pela verdade
Como você reage quando precisa corrigir alguém? E quando é você quem precisa ser corrigido? Você costuma ouvir para aprender — ou para se defender?
Os capĂtulos de hoje fecham o ciclo iniciado ao longo da semana e nos colocam diante da etapa mais decisiva do crescimento: a prática consistente. Richard L. Williams mostra que consciĂŞncia, feedback e boas intenções sĂł produzem frutos quando se transformam em ação sustentada no tempo.
Aqui, o foco deixa de ser aprender e passa a ser fazer acontecer — reconhecer avanços, corrigir rotas quando necessário e compreender que maturidade envolve ritmo, descanso e continuidade.
O crescimento verdadeiro nĂŁo Ă© explosivo; Ă© progressivo, relacional e disciplinado.
Ponto Central: Saber o que fazer não é o mesmo que fazer — a transformação real acontece na execução diária.
Exemplo: Pessoas que compreendem conceitos, participam de treinamentos e recebem feedbacks, mas não consolidam mudanças porque não criam práticas consistentes.
Destaque: “O desafio não é entender — é sustentar.”
Lições:
✔ Crescimento exige repetição consciente
✔ Mudança sem prática retorna ao padrão antigo
âś” Fazer acontecer Ă© responsabilidade pessoal
✔ Pequenas ações consistentes superam grandes intenções
Reconhecimento como consolidação do progresso Celebrar avanços reforça comportamentos corretos e fortalece vĂnculos.
Conversas contĂnuas, nĂŁo eventos isolados O feedback eficaz acontece ao longo do caminho, nĂŁo apenas em momentos formais.
Correção no tempo certo Corrigir durante o processo evita acúmulo de frustrações e rupturas desnecessárias.
Encerramento de ciclos e pausas conscientes Reconhecer etapas concluĂdas e respeitar momentos de descanso faz parte da maturidade.
✔ Reconhecer avanços fortalece a mudança
✔ Feedback precisa de constância para gerar transformação
✔ Crescimento saudável inclui pausas e celebrações
âś” Maturidade Ă© saber quando agir e quando descansar
O que você aprendeu esta semana que ainda não colocou em prática? Quais avanços você precisa reconhecer — em você ou nos outros? Como equilibrar ação, correção e descanso na sua jornada atual?
Esta semana foi um convite à consciência madura. Richard L. Williams nos conduziu por um caminho simples, porém profundo: aprender a avaliar a própria vida com honestidade, sem autoengano, sem vitimismo e sem dureza desnecessária.
Ao longo do livro, entendemos que nĂŁo basta viver ocupado, produtivo ou bem-intencionado. É possĂvel fazer tudo “certo” por fora — e ainda assim estar desalinhado por dentro.
Falamos sobre:
— a invisibilidade interior, — a importância do feedback honesto, — os pontos cegos que carregamos, — a necessidade de reter o que ouvimos, — o poder do reforço positivo, — a dificuldade do feedback corretivo, — e, por fim, o desafio de transformar consciência em prática.
O livro revela uma verdade central: ir bem na vida não é ausência de erros, mas presença de alinhamento, responsabilidade e disposição para crescer.
âś” ConsciĂŞncia como ponto de partida do crescimento
âś” Feedback como espelho e ferramenta de amadurecimento
âś” Pontos cegos e invisibilidade emocional
✔ Reforço positivo como sustentação da mudança
âś” Feedback corretivo feito com maturidade e respeito
âś” Responsabilidade pessoal pelo prĂłprio desenvolvimento
✔ A prática diária como prova real de transformação
âś” Crescimento como processo, nĂŁo como evento
Não saber como estamos indo é um risco silencioso. A falta de feedback gera estagnação disfarçada de normalidade.
Feedback não define quem somos, mas revela onde estamos. Ele aponta caminhos — a escolha de mudar é nossa.
O óbvio ignorado mantém padrões vivos. Crescer exige atenção ao simples, ao cotidiano e ao repetido.
Reforçar o positivo é tão importante quanto corrigir o negativo. Pessoas mudam melhor quando sabem o que repetir.
Feedback corretivo exige amor pela verdade e maturidade emocional. Corrigir bem preserva relações e produz resultados.
Consciência sem prática não transforma. O crescimento real acontece quando fazemos acontecer, todos os dias.
Descanso, reconhecimento e conclusão também fazem parte do processo. Crescer não é correr — é sustentar.
“Ir bem não é chegar sem erros — é caminhar com consciência.”
Se alguém avaliasse sua vida hoje com honestidade, o que diria? Você tem vivido de forma alinhada com seus valores mais profundos? Que feedback você tem evitado — e que poderia ser exatamente o que te faria crescer?
✔ Escolha um feedback recebido recentemente e transforme-o em ação prática
âś” Reforce conscientemente um comportamento positivo em vocĂŞ
✔ Peça avaliação honesta a alguém de confiança
✔ Ajuste uma área da sua vida onde você sabe que pode ir melhor
âś” Assuma o compromisso de caminhar com mais consciĂŞncia do que pressa
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